De
início a professora Rita dialogou sobre a palestra ocorrida na última terça-feira
dia 07 de novembro a qual teve como temática “Drumond, o provocador: pedra,
rosa e outros amores possíveis”, neste âmbito fora discutido sobre questões que
envolvem a educação polissêmica, docência singularizada, a performicidade do
professor, trabalhar além do currículo, currículo obscuro que se trata das questões
que se trabalha com os alunos e que não estão previstas no mesmo. Neste momento
os discentes que participaram da palestra expressaram suas opiniões e comentários
a este respeito.
Em seguida, adentrou-se efetivamente
as considerações sobre o terceiro capítulo do livro “Pedagogia da Autonomia” de
Paulo Freire, este momento foi oportuno para que os alunos relatassem os tópicos
abordados pelo texto que consideravam pertinentes as discussões. Desse modo, a princípio
fora versado a respeito do exercício da autoridade do professor como educador e
sua distinção entre autoritarismo como superioridade, utilizando o exemplo que Paulo
Freire traz no texto.
Neste mesmo contexto a professora
Rita exemplificou que o aluno reconhece quando o professor está inseguro por
meio de suas atitudes e nesses casos o professor pode demostrar autoritarismo. Articulou
ainda sobre a necessidade do professor mediar suas ações, assim o mesmo se
percebe e se constrói como ser autônimo.
Posteriormente fora discorrido
acerca da coerência que nos torna autênticos e que aproxima o discurso da
prática docente, sendo esta concepção frisada em diversos momentos ao longo do
texto. Logo após, foi comentado sobre a afetividade, desenvolvimento da empatia,
a carência dos alunos e a complexidade da prática docente.
Por fim, a professora Rita informou
sobre a atividade final da disciplina que diz respeito a elaboração de um texto
contendo reflexões a luz de Paulo Freire com relação a interdisciplinaridade, a
mediação pedagógica, educação para os direitos humanos, relações pedagógicas (afeto, empatia) e indisciplina.