segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Diário da aula 20 – 09/11

            De início a professora Rita dialogou sobre a palestra ocorrida na última terça-feira dia 07 de novembro a qual teve como temática “Drumond, o provocador: pedra, rosa e outros amores possíveis”, neste âmbito fora discutido sobre questões que envolvem a educação polissêmica, docência singularizada, a performicidade do professor, trabalhar além do currículo, currículo obscuro que se trata das questões que se trabalha com os alunos e que não estão previstas no mesmo. Neste momento os discentes que participaram da palestra expressaram suas opiniões e comentários a este respeito.
            Em seguida, adentrou-se efetivamente as considerações sobre o terceiro capítulo do livro “Pedagogia da Autonomia” de Paulo Freire, este momento foi oportuno para que os alunos relatassem os tópicos abordados pelo texto que consideravam pertinentes as discussões. Desse modo, a princípio fora versado a respeito do exercício da autoridade do professor como educador e sua distinção entre autoritarismo como superioridade, utilizando o exemplo que Paulo Freire traz no texto.
            Neste mesmo contexto a professora Rita exemplificou que o aluno reconhece quando o professor está inseguro por meio de suas atitudes e nesses casos o professor pode demostrar autoritarismo. Articulou ainda sobre a necessidade do professor mediar suas ações, assim o mesmo se percebe e se constrói como ser autônimo.
            Posteriormente fora discorrido acerca da coerência que nos torna autênticos e que aproxima o discurso da prática docente, sendo esta concepção frisada em diversos momentos ao longo do texto. Logo após, foi comentado sobre a afetividade, desenvolvimento da empatia, a carência dos alunos e a complexidade da prática docente.

            Por fim, a professora Rita informou sobre a atividade final da disciplina que diz respeito a elaboração de um texto contendo reflexões a luz de Paulo Freire com relação a interdisciplinaridade, a mediação pedagógica, educação para os direitos humanos, relações pedagógicas (afeto, empatia) e indisciplina. 

domingo, 5 de novembro de 2017

Diário da aula 19 - 30/10/17


Nesta aula foi proporcionado um momento de discussões a respeito do segundo capítulo do livro “Pedagogia da Autonomia” de Paulo Freire. Desse modo, a professora Rita questionou a turma sobre qual seria a síntese deste capítulo, os aspectos que destacamos como interessantes dentre os sub tópicos abordados pelo autor. Assim, o primeiro discente a se manifestar refletiu sobre o “ser humano inacabado” aspecto abordado ao longo do texto pelo autor, em seguida levantou questões a respeito do professor “ter de olhar sobre a realidade dos seus alunos”, nesta perspectiva outros discentes abordaram suas considerações versando a respeito do ser humano estar em constante construção, isto é sempre seremos seres inacabados aptos ao aprendizado.
Em seguida a professora Rita dialogou acerca do poder da fala do professor, que está pode ser significativa tanto positivamente quanto negativamente a ponto de suprimir objetivos e sonhos dos alunos. Desse modo, articulou a respeito do docente compreender que cada aluno é um sujeito em potencial, em vista disso há uma necessidade de desenvolver a empatia e ampliar o olhar sobre a leitura dos sinais apresentados pelos educandos. Nesse sentido, destacou a relevância do professor construir conhecimento junto com seus alunos, pois este não se encontra pronto e acabado, muito menos pode ser transmitido.
Associando os tópicos abordados anteriormente a professora Rita propiciou uma reflexão a respeito da “prática docente se aproxima do discurso? ”, a qual considera como sendo a luta cotidiana do professor que demanda coerência e uma análise permanente da prática docente, se aproximando assim da atitude freiriana. De modo a criar possibilidades de vivências na sala de aula, como por exemplo na matemática a utilização de dados do cotidiano dos alunos, com o intuito de criar situações problemas e potencializar o aprendizado por meio das experiências trazendo o contexto dos educandos.

Além dessas discussões foram desencadeadas outras conversas sobre tópicos do texto que os discentes apresentaram, assim como, questões políticas e sociais que permeiam a profissão docente, tais como a luta por reconhecimento, a formação de professores, a importância do desenvolvimento da críticidade e o existencialismo. Por fim, a professora Rita abordou sobre a Pedagogia da Autônima, que envolve a aprendizagem, olhar como ser inacabado, responsabilidade entre outros aspectos.

sábado, 4 de novembro de 2017

Diário de aula 18 - 26/10/17

Dando continuidade a discussão do assunto de categorias freireanas, a professora conversou com a turma acerca de nossas impressões em relação aos primeiros capítulos do livro, incluindo também o prefácio. O professor mestrando que esteve presente, nos contou a respeito de sua impressão de que o prefácio do livro em si já é tão denso e abrangente que daria espaço para o desenvolvimento de outro livro, apontando fatos de emergência e conceitos atuais, mesmo que o livro tenha sido pensado e publicado na época de 1996.
Na conversa com os alunos, foram levantados pontos abordados por Freire na época, os quais ainda são muito atuais. Entre eles, a doutrinação realizada pela escola, esta que esta sob constante sistematização política deixando de condicionar os alunos a uma formação escolar crítica e de boa qualidade e focando no que se tem como interesse. A desconsideração da formação pessoal do professor para sua formação docente , como ponto que mostra falta de criticidade no docente em sua atuação na escola e fora dela. A necessidade de conhecimento e atenção a ética para a atuação em sala e no relacionamento professor-conteúdo-aluno. Entre ademais pontos que foram se subdividindo em abordagens a respeito das dificuldades da realidade ser um professor e como se dá a educação atualmente no Brasil.
Finalizando a aula, a professora solicitou que fizéssemos a leitura do terceiro capítulo do livro "Pedagogia da Autonomia" de Freire para que continuássemos as discussões na próxima aula.

Diário de aula 17 - 23/10/17

Nesta aula iniciamos a abordagem das Categorias Freireanas nos baseando na leitura do primeiro capítulo do livro "Pedagogia da Autonomia" de Paulo Freire. A professora nos atentou que estes conceitos da pedagogia freireana são baseadas nas reflexões de Freire em relação ao mundo e como nele acontece o processo de educação e ensino-aprendizagem.
Entre as categorias pensadas por Freire, podemos contar com a frase: "não há docência sem discência", nesta é possível evidenciar que o trabalho do professor não faz sentido se este não contar com a participação e presença de seu público alvo, os alunos, buscando neles a contextualização necessária para que aconteça o compartilhamento e construção de conhecimentos. Outro conceito freireano que devemos ressaltar, é a indispensabilidade da curiosidade epistemológica no profissional docente, para que este busque sempre novos conhecimentos, e aprimore seu pensamento crítico o tornando cada vez mais rigoroso, tendo amor por seu conteúdo e pelo aprender e ensinar para que isso seja transmitido aos seus alunos no momento de ensino. O professor crítico e curioso irá exercer a práxis, uma ação intencional de aproximação da teoria pedagógica e de sua prática cotidianamente observando suas turmas e sua didática para melhor desempenhar sua função no processo educacional e atingir a arte de tornar-se desnecessário futuramente para seus alunos.
Finalizamos a aula com a solicitação da professora para que lêssemos o segundo capítulo do livro para novas discussões acerca das categorias freireanas na próxima aula.

Diário da aula 20 – 09/11

            De início a professora Rita dialogou sobre a palestra ocorrida na última terça-feira dia 07 de novembro a qual teve como temáti...