Nesta aula foi proporcionado um momento de discussões
a respeito do segundo capítulo do livro “Pedagogia da Autonomia” de Paulo
Freire. Desse modo, a professora Rita questionou a turma sobre qual seria a síntese
deste capítulo, os aspectos que destacamos como interessantes dentre os sub tópicos
abordados pelo autor. Assim, o primeiro discente a se manifestar refletiu sobre
o “ser humano inacabado” aspecto abordado ao longo do texto pelo autor, em
seguida levantou questões a respeito do professor “ter de olhar sobre a
realidade dos seus alunos”, nesta perspectiva outros discentes abordaram suas
considerações versando a respeito do ser humano estar em constante construção,
isto é sempre seremos seres inacabados aptos ao aprendizado.
Em seguida a professora Rita dialogou acerca do poder
da fala do professor, que está pode ser significativa tanto positivamente
quanto negativamente a ponto de suprimir objetivos e sonhos dos alunos. Desse
modo, articulou a respeito do docente compreender que cada aluno é um sujeito
em potencial, em vista disso há uma necessidade de desenvolver a empatia e ampliar
o olhar sobre a leitura dos sinais apresentados pelos educandos. Nesse sentido,
destacou a relevância do professor construir conhecimento junto com seus alunos,
pois este não se encontra pronto e acabado, muito menos pode ser transmitido.
Associando os tópicos abordados anteriormente a
professora Rita propiciou uma reflexão a respeito da “prática docente se
aproxima do discurso? ”, a qual considera como sendo a luta cotidiana do
professor que demanda coerência e uma análise permanente da prática docente, se
aproximando assim da atitude freiriana. De modo a criar possibilidades de vivências
na sala de aula, como por exemplo na matemática a utilização de dados do
cotidiano dos alunos, com o intuito de criar situações problemas e
potencializar o aprendizado por meio das experiências trazendo o contexto dos
educandos.
Além dessas discussões foram desencadeadas outras
conversas sobre tópicos do texto que os discentes apresentaram, assim como,
questões políticas e sociais que permeiam a profissão docente, tais como a luta
por reconhecimento, a formação de professores, a importância do desenvolvimento
da críticidade e o existencialismo. Por fim, a professora Rita abordou sobre a
Pedagogia da Autônima, que envolve a aprendizagem, olhar como ser inacabado,
responsabilidade entre outros aspectos.
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